Diagnóstico preciso e tratamento cirúrgico para doenças da retina e vítreo. Atendimento em hospitais de referência no Rio Grande do Sul.
Que as linhas retas parecem levemente tortas. Que tem uma mancha no centro do que você enxerga que não estava lá antes.
Talvez você tenha esperado para ver se passava. Talvez um médico tenha olhado e dito que estava tudo bem, mas a sensação não foi embora.
As doenças da retina costumam começar assim: com algo pequeno que não dói, que não atrapalha muito, que parece fácil de ignorar. O problema é que a retina não avisa quando está chegando ao limite.
Quem chega cedo ao especialista certo tem muito mais a preservar. Quem espera chega com menos opções.
Tem médico que opera bem. Tem médico que explica bem. Tem médico que sabe a hora de não operar.
Fiz residência em Oftalmologia na Santa Casa de Porto Alegre e Fellowship em Retina Clínica e Cirúrgica na USP de Ribeirão Preto, um dos centros mais exigentes do país nessa subespecialidade. Hoje faço doutorado sobre degeneração macular, pesquisando uma técnica de LASER ainda em consolidação para a forma da doença que ainda não tem tratamento estabelecido.
Atuo no Hospital Banco de Olhos de Porto Alegre e no Hospital de Olhos de Pelotas. São serviços de referência onde chegam os casos mais complexos da especialidade no estado. Isso não é detalhe: é o que mantém meu nível técnico e meu repertório cirúrgico em constante atualização.
Sou também preceptor de residentes. Fico no ambulatório até o último paciente. Assisto cirurgias dos colegas mesmo quando não preciso. Não porque sou obrigado, mas porque é assim que se aprende.
O bom especialista em retina não é o que quer operar tudo. É o que sabe distinguir quando uma injeção resolve, quando um acompanhamento é suficiente e quando a cirurgia é a única saída. Essa distinção é o que protege a visão do paciente.
Mas alguns sinais pedem avaliação urgente, e a diferença entre chegar em 24 horas ou em duas semanas pode ser a diferença entre recuperar a visão ou não.
Remoção da catarata com implante de lente intraocular por facoemulsificação. Realizada especialmente em pacientes com doenças de retina associadas, onde o cristalino opaco compromete tanto a visão quanto a avaliação do fundo de olho.
Procedimento realizado no consultório, sem internação. Utiliza luz de alta precisão para tratar áreas da retina afetadas por diabetes, oclusões vasculares e outras condições. Inclui técnicas convencionais, micropulso e EndPoint Management.
Procedimento ambulatorial feito com colírio anestésico, sem necessidade de internação ou sedação. Medicamento aplicado diretamente no olho para controlar doenças como degeneração macular úmida, edema macular diabético e oclusões venosas da retina. É o tratamento padrão para essas condições e requer aplicações periódicas conforme evolução de cada caso.
Cirurgia do segmento posterior do olho. Indicada para hemorragia vítrea, membranas epirretinianas, buracos maculares, descolamento de retina tracional e complicações cirúrgicas. É o procedimento cirúrgico central da especialidade em retina.
Tratamento cirúrgico do descolamento de retina. Duas técnicas disponíveis conforme o perfil de cada caso: introflexão escleral (com implante externo) e retinopexia pneumática (injeção de gás com laser, sem incisão). A indicação é feita após avaliação detalhada do tipo e extensão do descolamento.
Degeneração macular relacionada à idade (DMRI) nas formas seca e exsudativa
Membrana epirretiniana e buraco macular
Síndrome de tração vitreomacular
Coroidopatia serosa central
Vasculopatia polipoidal da coroide
Retinopatia diabética não proliferativa e proliferativa
Edema macular diabético
Oclusão de veia central e de ramo venoso da retina
Oclusão de artéria central e de ramo arterial da retina
Retinopatia hipertensiva
Telangiectasia macular idiopática (MacTel) e doença de Coats
Descolamento de retina regmatogênico, tracional e exsudativo
Hemorragia vítrea
Descolamento posterior do vítreo sintomático
Endoftalmite
Retinose pigmentar e síndromes associadas
Distrofia de Stargardt, doença de Best, amaurose congênita de Leber
Distrofia de cones e bastonetes e retinosquise ligada ao X
Retinopatia falciforme, lúpica e por HIV/AIDS
Retinopatia por medicamentos (cloroquina, tamoxifeno, pentosano)
Retinopatia por radiação
Miopia patológica e suas complicações
Trauma ocular posterior
Catarata e complicações de cirurgia de catarata
Estrias angióides e macroaneurisma arterial retiniano
O atendimento por convênio varia conforme o local de consulta. Se o seu plano não aparecer abaixo, entre em contato antes de desistir de agendar. Muitos pacientes têm desconto na consulta particular ou condições especiais conforme o convênio.
Atende todos os convênios credenciados, com exceção da Unimed.
Atende Unimed (credenciamento em andamento) e Saúde Maior. Pacientes com IPERS e convênios de alguns sindicatos têm condição especial na consulta particular.
Rua Furriel Antônio de Vargas número 239 – 12º andar – Bela Vista
Porto Alegre
Consultas
Rua Santos Dumont, 200, Centro
Pelotas
Consultas e cirurgias
Eu faço parte disso.
A degeneração macular seca é a forma mais comum da doença e a que ainda não tem tratamento consolidado. Pacientes perdem visão progressivamente, retornam às consultas regularmente, e as opções disponíveis hoje ainda são limitadas.
Meu doutorado na USP de Ribeirão Preto investiga o LASER micropulso como alternativa para frear a progressão dessa forma da doença. É uma área em desenvolvimento, e estar dentro dessa pesquisa significa ter acesso a dados, técnicas e protocolos antes de virarem rotina nos consultórios.
Para os colegas que encaminham pacientes: isso tem consequência direta no atendimento. Pacientes com DMRI seca que chegam até mim são acompanhados com olhar de pesquisador, não apenas de clínico.
Se você foi encaminhado por um colega, teve sintoma novo que ainda não foi explicado ou quer uma segunda opinião sobre um diagnóstico de retina, esse é o passo seguinte. A avaliação começa com uma conversa. Quanto mais cedo, mais opções de tratamento existem.